28 de fev de 2013

The Only Exeption Capitulo 18 - Minha pequena estrela, meu pequeno grande amor...



 

"Amor é encontrar uma coragem dentro de si, que você nem sabia que tinha."

Austin on.

A noite passada foi incrível, annalu é perfeita, pode parecer idiotice minhas palavras, mas elas são apenas palavras de um garoto apaixonado.

Mesmos Robert duvidando de meu amor por Annalu eu continuava alimentando o sentimento, ela era especial.

Eu acelerei o carro assim que o sinal abriu, e segui a caminho da minha casa, não demorou muito para que isso acontecesse.
Estacionei o carro na garagem do lado de fora, e logo segui para dentro de casa, logo que abri aporta levei um susto, minha mãe estava parada de braços cruzados perto da entrada.
- Austin Mahone onde você se meteu??
- Na escola ué – falei tentando mentir colocando as chaves na mezinha de centro da sala.
- Não você não estava na escola, pois me ligaram avisando que você não tinha aparecido. Fale onde você estava? – ela falou me seguindo ate a cozinha.
- por ai. – disse nervoso pegando uma água na geladeira.
- por ai aonde? – ela perguntou me fitando um pouco brava.
- Ai mãe relaxa eu já estou em casa, não estou? - F lei tentando desviar do assunto.
- Está.
- Então, bom eu vou subir – beijei sua bochecha e logo segui em direção ao meu quarto, tomei um banho demorado e em seguida deitei em minha cama e fiquei pensando em Annalu nossa noite foi simplesmente perfeita, seu toque, seu beijo, sua delicadeza, cara ela era única e eu não poderia deixá-la nunca, decidi ligar para ela.

Ligação On
-Alô?
- Ei pequena sou eu Austin.
-Ei amor, que bom que ligou!
- Então já estou com saudades – falei meio manhoso.
- Annw eu também!
- Que tal a gente se ver hoje?
- Por mim tudo bem, mas pode ser aqui em casa?
- Claro, eu vou ai à noitinha – logo minha mãe bate na porta e entra – então amor eu vou ter que desligar depois nos falamos beijo, eu te amo.
 - Tudo bem, eu também te amo.

Ligação Off

- Quem era? – minha mãe pergunta sentando na beira de minha cama.
- Uma pessoa ai – Não queria contar para minha mãe pelo menos não agora.
- Ok, já entendi não quer falar não irei insistir, bom vim até aqui para dizer que eu recebi uma ligação de Tim.
- Aé e o que ele queria? – Estava curioso e nervoso ao mesmo tempo.
- Queria confirmar a viajem e nos avisar que ela está marcada para semana que vem – que eu não acredito semana que vem? E Annalu? Eu não posso deixá-la.
- olha mãe eu não sei se é isso que eu quero pra mim sabe, eu estou um pouco confuso ainda.
- Austin, o que está acontecendo? Esse sempre foi o teu sonho querido – Ela falou pegando uma de minhas mãos.

 - Ai mãe desculpa, mas eu tenho que sair – falei e logo fui me dirigindo a saída, estava indo para a o meu lugar favorito o mesmo que levei Annalu aquele dia, preciso pensar, cheguei e deitei-me na grama esquecendo de tudo e de todos, o tempo passou tão rápido que nem percebi que já estava escurecendo, só percebi quando recebi um sms de Annalu.
“Austin estou a sua espera!”

Logo respondi a mesma.

“Desculpe amor, já estou indo!”
Segui até meu carro e fui em direção a casa dela, bati na porta e fui recepcionado pela garota mais perfeita, ela pulou em meus braços entrelaçando suas pernas em minha cintura e seus braço em meu pescoço e logo lhe dei um beijo, mas a lembrança de que eu teria que deixá-la voltou a minha mente e parei com o beijo.
- Ei o que foi? Eu fiz algo de errado? - Ela perguntou confusa.
- Não – falei tocando seu belo rosto – tudo o que você faz é perfeito, você me mostrou isso à noite passada – Sussurrei em seu ouvido e notei que a mesma abaixou a cabeça ficando corada.
- O que foi então? – ela perguntou me puxando para dentro de sua casa.
- Precisamos conversar! – eu disse e a mesma mudou de expressão.
- vish.. Não gosto muito desse “Precisamos conversar” - ela falou imitando-me, e entrelaçando nossos dedos e me levando para cima, suponho que seja no seu quarto, e ela disse para mim me sentar e eu o fiz, sentei e ela fez o mesmo sentando se na minha frente.
- Então o que quer falar? Ela pergunta pegando minhas mãos.
- Recebi uma ligação hoje – era difícil para mim contar que teria que me afastar dela.
- Huum, de quem?
- bom era Tim.
- Ah que legal - ela falou animada – mas quem é ele? – Logo ela pergunta arqueando uma de suas sobrancelhas.
- É o produtor que meu deu a oportunidade de ir para Miami.
-Serio? Ela falou animada, até de mais para o meu gosto.
- Sim, ele falou que a minha viajem está marcada para semana que vem – falei olhando para baixo e sentindo a tristeza dominar meu ser.
-Semana que vem?- ela pergunta e então pude perceber a mudança em seu tom de voz, era de tristeza.
- Sim, mas eu estou confuso eu não sei se quero fazer isso, eu não quero te deixar – Falei seguindo a ela e lhe dando um abraço, logo me aconcheguei em seu colo.
-Ai eu não sei o que falar – ela disse acariciando meu cabelo – e quanto tempo você terá que ficar lá?
- Três meses – falei desanimado.
- Amor vai sim – ela quer me deixar é isso mesmo?
- mas Annalu, e você? Eu não quero perdê-la – falei seguindo, meu olhar ao dela.
- Mas você não vai, nunca me perder – Ela falou virando meu rosto em direção ao dela.
- Eu te amo – Foi o que eu consegui dizer.
- Você nasceu para mim e eu nasci para você, somos apenas um agora, eu te amo – Ela disse me selando, em seguida ela se deita em meu peito e adormece, foi assim que eu fiquei apenas a observando.

Annalu On

Austin acabará de me contar sobre sua repentina viagem a Miami, por lado eu estava feliz por ele estar realizando seu sonho, mas por outro eu estava triste, eu sabia que não podia transparecer minha tristeza, não queria que ele desistisse de seu sonho por mim.
- eu sei que temos pouco tempo juntos, mas podemos aproveitá-lo o que acha de sairmos? – disse Austin olhando-me sorridente.
- não sei amanha temos aula, e bom hoje faltemos não podemos fazer isso de novo, se não minha tia e sua mãe nos matam. – disse me deitando em seu colo, ele riu e entrelaçou sua mão em minha cintura e disse.
- então posso pelo menos ficar um pouquinho com você? Poderíamos aproveitar esse tempo juntos – ele disse com um sorriso sacana em seus lábios, eu o olhei e disse.
- você anda muito safado senhor Mahone.
- nada disso senhora Mahone.
- como me chamou? – perguntei surpresa.
- de SENHORA MAHONE, minha senhora mahone.
- sua?
- sim minha, você é minha namorada, então isso automaticamente a torna a senhora Mahone certo? – ele sorriu olhando-me esperando que eu o respondesse.
- se você diz que sim por irei descordar. – disse me ajeitando perto dele, encontrei minha cabeça em seu peito e fiquei apenas ouvindo os batimentos cardíacos de Austin, por alguns minutos permaneci ali.
- sabe o que eu venho pensado? – ele perguntou se olhar pra mim.
- em que? – disse.
- que realmente a gente nunca esquece do nosso primeiro amor.
- por que diz isso?
- pelo simples fato de que nunca me esqueci da garotinha que vi sentada a baixo da arvore no quintal no 9º aniversario de Robert.
- acredita mesmo que eu possa ser seu 1º amor? – o questionei olhando para o teto, com um certo calor me tomando, se eu estava envergonhada? Você não imagina o quanto.
- pelos fatos que rodeiam esse assunto suponho que sim.
- mas passemos apenas três dias juntos. – disse como se fosse impossível alguém se apaixonar em 3 dias, ainda mais duas crianças.
- mas você lembra de como nos divertimos? – ele perguntou me olhando e sorrindo.
Eu sorri ao lembra-me daqueles dias onde me diverti com o garoto sem nome como eu o tinha denominado.

Flashback on

- não sei conseguirei fazer isso. – disse a garotinha de longos cabelos castanhos.
- vem eu te ajudo. – disse o garoto um ano mais velho que a garotinha.
Ele estendeu a mão para a garotinha e ajudou a atravessar a ponte improvisada com um tronco de arvore.
Já do outro lado ele olhou pra a menininha e disse.
- bem vinda ao meu lugar. – fez menção para o lugar com os braços abertos, e sorriu arrancando da garotinha que para ele era linda, um longo e lindo sorriso.
- é um belo lugar. – balbuciou a garotinha observando a relva verde que batia um pouco acima de seus joelhos.
- você é a única que trouxe aqui. – disse o garotinho.
- por quê? - perguntou a garotinha com seu habitual jeito curioso.
- por que confio em você. – disse o garoto olhando para o horizonte.
- por que confia em mim? – questionou novamente a garotinha.
- algo aqui. –disse o garoto apontando para o peito.- diz que você é especial, e pessoas especiais devem estar em lugares especiais.
A garotinha sorriu e se aproximou do garotinho e depositou um beijo na bochecha do garoto, o mesmo estava tão feliz mas não sabia ao certo por que gostava tanto da companhia da garota, mas estando com ela se sentia feliz, e era como se estivesse no lugar certo.

Flashback off

- Annalu, Annalu, A-N-N-A-L-U.
- sim? – respondi despertando de meus devaneios.
- em que pensava? – perguntou Austin afagando meus cabelos.
- lembra de ter levado a garotinha, que no caso sou eu, aquela campina depois do desfiladeiro?
- lembro-me naquele mesmo dia recebi o beijo que nunca esqueci, e digo aquele conto como meu primeiro beijo disse Austin rindo.
- mas foi na bochecha. – disse
- mas foi o mais especial, corrigindo-me foi dado pela pessoa mais especial do mundo todo. Ele foi da por você.
- está falando isso pra me seduzir e me levar pra cama senhor Mahone? – disse brincalhona
- sendo sincero? – ele perguntou
- sim, por favor.
- de certa forma sim. – ele disse rindo
- bobão. – bati em seu peito.
- hei isso dói. – colocando na parte dolorida.
- era a intenção. – disse gargalhando
- me provocar é sua intenção. – disse Austin subindo em cima de mim e me olhando nos olhos.
- e o que pretende fazer? – perguntei em tom de desafio.
- Bem vejamos, acho que já sei. – ele falou sapeca e logo encaminhou suas mão para a lateral de minha cintura e ali começou um festival de cósegas, eu me contorcia pelas mesmas, ria descontrolavelmente, enquanto Austin se divertia ao me ver implorar para ele parar com aquilo.
Austin ficou assim por minutos, sendo exata 5, ate alguém abrir a porta e estragar com tudo.
- o que significa isso...

Continua...

Deus do ceu quem será?? Façam suas apostas.
Eu demorei mas postei, eu estive envolvi com as voltas as aulas me desculpem prometo não demorar da proxima vez.

Colaboração nesse capitulo da linda da Mil, obrigada gata pela ajuda que você me deu.


Continua com 8 comentarios *-*.

Respondendo minhas lindas...

Veronica - Continuei flor. Esse robert sem juizo né kkk.

Ariane Braga - Obrigada linda ♥

Anonimo - Obrigada!! Continuei

Giiovanaa Styles - Continuei flor!!

Aline Christina Patrocinio - Obgrida linda, continuei :)

Giovanna Styles - Obrigada Giih. É Emma e Robert gardaram bem esse segredo, mas não sei ate quando ele ficara as escuras. Continuei flor :)

O Melhor Esporte pra vc - Coooooooooooooooooooooontinueeeeeeeeeeeeeeeei

Anonimo (Marcelly) - Bem vinda flor. Obrigada linda. Continueiiiiiii!!

Graziele 1D - Bem Vibda Grazi *-*. Obrigada linda. Continuei!!

LoveporAustinMahone - Obrigada gata, continuei :)




16 de fev de 2013

The Only Exeption Capitulo 17 - Meu pequeno Enzo



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“Por um lado eu quero esquece-lá, mas por outro…
Eu sei que ela é a unica pessoa nesse mundo que vai me fazer feliz.”

Robert On
Bom mais um dia de aula, levantei fiz minha higiene tomei café e segui para o colégio sozinho pois Annalu não dormiu em casa, cheguei no colégio e fui a procura dos garotos a achei apenas Alex com Emma e Melinda fui até eles saber dos dois.
- E ai gente?
Cumprimentei eles que logo me responderam um “E ai” em coro
– Então vocês sabem do Austin e da Annalu? É que ela não dormiu em casa e eu fiquei preocupado! - Disse enquanto todos me fitavam.
Emma – olha eu não vi a annalu em lugar nenhum por aqui – Ela falou e pude perceber que esta preocupada – Ta mas e o Austin? – Perguntei, pois o mesmo não se encontrava ali.
Alex – Cara ele também não está aqui – Ele falou arqueando uma das sobrancelhas
- aposto que passou a noite com Austin, mas isso não vem ao caso não quero mais meter nisso – Pensei e então decidi seguir para minha sala de aula
– Então eu vou indo até mais.
A aula passou tranquila e os dois nem sinal de vida a Annalu podia ser mais responsável e pelo menos mandar um sms, mas nem isso, o sinal tocou e eu segui com Alex para minha casa ele iria almoçar lá e depois iríamos jogar play, chegamos e a minha mãe havia deixado um bilhete na porta da geladeira como de costume “filho precisei voltar para o trabalho não pude nem almoçar, mas deixei macarrão no forno é só esquentar não tenho horas para voltar juízo você e a Annalu
 – bom eu tenho juízo né mãe - pensei alto e Alex me perguntou o que eu disse – Eu disse que minha mãe não esta e vamos ficar aqui sozinhos.
Alex – ok então vamos comer que eu estou com fome – bom comemos e eu deixei a louça toda suja para a dona annalu lavar isso por que faltou a aula ~eu sou do mal~
Bom jogamos muito play até que Alex decidiu ir embora e eu fiquei aqui sozinho em casa até que o telefone toca
Ligação On
- Alô?
Xx – Robert?
- Sim, annalu é você?
Annalu – Sim, eu liguei para avisar que eu estou com o Austin, mas daqui a pouco eu volto para casa ok?
- Ah obrigada pela consideração de me avisar, e não demore mocinha – preciso tomar controle da situação, pois se não isso vira uma zona.
Annalu – Ok senhor ciumento
- Ei eu não estou co.. – ela desligou ok logo a campainha toca e vou atendê-la me surpreendo, pois era emma.
- o que faz aqui? – perguntei surpreso.
- vim ver a annalu – ela falou entrando na casa, que garota atrevida.
- ela não chegou ainda – falei fechando a porta e indo ate ela que agora se encontrava sentada no sofá.
- vou esperá-la. – ela disse olhando para tv a onde passava um filme qualquer.
Me sentei no sofá ao lado do qual ela se encontrava, o selênio era perturbador, mas em um segundo foi quebrado pelo toque estridente da musica Remember December da Demi, logo vi Emma pegar seu celular e fitar a tela confusa, no mesmo instante o atendeu e eu a fiquei observando.

Emma On

O meu celular começou a gritar como sempre, eu olhei a tela e era minha mãe, logo me preocupei e atendi rápido.
- Aconteceu alguma coisa?
- onde está querida? – eu olhei para Robert que me fitava, desviei meu olhar dele e logo respondi minha mãe.
- em uma amiga.
- irá demorar muito?
- não sei porque aconteceu alguma coisa?
- não apenas preciso sair e Enzo irá ficar sozinho, e bem ele não para de chorar.
- então estou indo embora não quero que ele fique doente.
- hey se quiser pode ficar mais meia hora não sairei agora nesse instante, o farei dormir e quando estiver preste a sair te ligo.
- tem certeza?
- claro queria ele está bem.
- tudo bem beijos mãe e se acontecer qualquer coisa me liga.
- tudo bem tchau.

Desliguei o celular e virei-me dando de encontrou com Robert de pé e com um olhar preocupado ou ate mesmo curioso, ele me olhou atentamente e logo falou.
- o que Enzo tem? Ele está bem?
- para de fingir que se importa. – falei um pouco irritada.
- claro que me importo ele é meu filho Emma.
- agora ele é teu filho, mas há algum tempo atrás quando disse que estava grávida você simplesmente disse que ele não era seu filho.
- eu tinha 15 anos.
- eu também tinha 15 anos e nem por isso fugi de minha responsabilidade, ate porque não podia.
- sinto muito. – ele falou me olhando no fundo dos olhos e segurando minha mão.
- dizer que sente muito não vai mudar o fato que eu fiquei grávida aos 15 e virei mãe solteira.
- eu quis ajudar.
- me dar uma quantia em dinheiro não te faz um pai.
- me perdoa. – ele falou já próximo, próximo ate de mais, ele pos uma de suas mão em minha face e acariciou a mesma fitando intensamente meus olhos, eu não conseguia desviar meus olhos dos dele, e no instante seguinte senti seus lábios sobre os meus, em um beijo calmo.
Ficamos ali envolvidos em nosso beijo ate ouvirmos uma voz ecoar pela casa.
- Hey Robert cheguei.
Distanciei-me de Robert e sentei no sofá, logo vi Annalu entrar na sala, ela olhou Robert que ainda estava parado, o mesmo me fitava, e logo Annalu olhou para mim seguindo o olhar de Robert e ela disse.
- estou atrapalhando algo?
- N...Não, nada. – disse um pouco afobada tentando disfarçar meu nervosismo, notavelmente não dando certo.
- bom então emma o que faz aqui? – Annalu perguntou largando  sua bolsa sobre a poltrona.
- Vim ver se você estava bem, e pelo visto está ótima, então estou indo.
Falei apressando indo em direção a porta, sai apressada daquela casa sem dizer ao menos tchau.

Sai correndo rápido, eu não queria mais ficar ali.

Não demorei muito para chegar em minha casa, minha mãe já estava se arrumando para sair passei por ela e dei oi e perguntei pelo meu menino ela disse que ele estava no meu quarto, Enzo estava deitado sobre minha cama dormindo, me aproximei dele e depositei um leve beijo sobre a testa do pequeno, ele se remexeu um pouco, mas continuou dormindo, eu suspirei e levantei andando ate o banheiro iria tomar um banho, era disso que eu precisava.

Liguei o chuveiro e flashs daquele dia me vieram à cabeça.

Flashback on

- Hey emma fica calma ninguém vai nos ver aqui. – falou Robert beijando meu pescoço
- não acha que estamos indo rápido de mais.
- Você não gosta de mim? – ele perguntou fitando meus olhos.
- hei para de ser idiota eu te amo.
- então o que houve?
- Não sei se estou pronta.
- Você confia em mim? – ele perguntou repousando sua mão em meu rosto.
Eu apenas assenti, Robert depositou um selinho em meus lábios.

Flashback Off

Terminei o banho e me enrolei na toalha indo para o quarto, escuto uma conversa, acho estranho porque era uma voz masculina, quando chego à porta me surpreendo com o que vejo, Robert estava dando mamadeira ao pequeno e conversava com o mesmo que só o observava alguns segundos depois Robert estava trocando a frauda de Enzo, era uma cena inacreditável, Robert finalmente assumindo seu papel de pai.
 - o que faz aqui? – disse entrando no quarto
Robert se levanta e começa a me observar – vim ver meu filho
 - resolveu ser pai foi. – eu falei caminhando ate o meu armário abri aporta do mesmo e fiquei procurando uma roupa com os olhos ate sentir Robert me puxando, ele me virou para ele, o mesmo ficou me fitando intensamente, e logo grudou seus lábios aos meus em um beijo calma, mas cheio de paixão, e eu tinha que admitir ainda amava Robert, mas como não amar o pai do meu filho, o 1º em minha vida, o meu grande amor.

Continua>>

Lindas desculpa a demora estava escrevendo o capitulo e bomo com as vezes a contece fiquei sem ideias, Mila e Vanessa me ajudaram, graças a ela o capitulo saiu. Obrigada sua linda por semrpe estarem disposta a me ajudarem.

Consigo 6 comentarios pra continuar??

Lembrem nunca vou abandornar essa fic eu sempre posso demorar pra postar mas nunca vou deixar de escrevê-la ate não terminá-la.
 

3 de fev de 2013

The Only Execption capitulo 16 - Só nosso



 http://25.media.tumblr.com/tumblr_m79vp9iaTf1qlncoro1_500.jpg

"De repente o mundo se torna um lugar perfeito.De repente o mundo se move com perfeita graça.
De repente minha vida parece fazer algum sentido, e tudo gira ao seu redor."

Austin on
Eu percebi que Annalu havia ficado emocionada, suas mãos suavam, ela estava tremula e tímida ao mesmo tempo, seus olhos estavam cheios d’água... Era tão lindo vê-la assim, emocionada, deu pra ver que havia gostado do que tinha ouvido e isso era ótimo. Não me contive e a beijei, um beijo calmo, o beijo que eu tanto necessitava...
 Austin – parando o beijo e segurando a mão de Annalu bem forte e andando em passos lentos – Vamos a um lugar hoje à noite.
- curiosa e ao mesmo tempo surpresa pergunta
Annalu – aonde vamos?
Austin – surpresa. – disse sorrindo beijando a bochecha de Annalu, a mesma sorri e vamos conversando pra casa.
Quando deu 20h00min da noite, fui à casa de Robert para buscar Annalu, Robert ainda estava chateado comigo... Quando ele vai perceber que eu realmente amo sua prima? Que quero ela pra sempre, que ela vai ser a mãe dos meus filhos?... Nossa, fui profundo agora, vocês devem estar pensando que é exagero da minha parte dizer isso assim, tão de repente, afinal acabamos de nos conhecer mais eu realmente amo Annalu e preciso dela ao meu lado pra sempre. Não esperei muito e lá estava ela, toda linda, com seu costumeiro short e uma blusa e com e seus all star amado.
Austin – você está linda meu amor – disse a rodando de vagar e logo em seguida a selando.
Annalu – obrigada. Você também está lindo Austin – disse toda tímida.
Eu amava o jeitinho tímido dela, ela era tão meiga, tão linda, fui tirado dos meus pensamentos por ela dizendo:
- aonde vamos? Já poço saber?
- daqui a pouco você vai saber – disse indo em direção ao carro.
- não gosto de surpresas Austin
- essa tenho certeza que você vai gostar.
Ela apenas sorriu e logo entramos no carro.

Eu a levaria ao meu lugar especial aonde eu vou para esquecer da vida e de todos.
Em poucos minutos, ate contáveis, chegamos na frente de um prédio de fachada imponente, o velho teatro da cidade, ele era um bom lugar para compor, uma acústica boa onde o som do meu violão se destacava.
Annalu olhou admirada a fachada do velho edifício e logo disse.
- o velho teatro de San Antonio, sabe sei muitas histórias desse lugar. – ela sorriu olhando-me
- é eu amo a energia que esse lugar transmite, me sinto bem aqui.
- então vamos entrar? – ela perguntou com seus olhos brilhando.
- claro venha. – disse a puxando para andarmos ate a parte lateral do velho cinema.
Logo chegamos à porta que dava acesso aos bastidores, por ali entramos, pois a porta já velha dificilmente ficava trancada.

Já dentro do antigo magnífico teatro, eu a conduzi ate o palco a onde mais cedo havia montando uma mesa, me dediquei muito a tarde para preparar tudo bonitinho, pedia a minha mãe que fizesse o seu famoso macarrão,  e ate o teatro o levei, queria que tudo ficasse perfeito para ela, para a minha princesa.
- isso está lindo. – disse ela olhando atentamente a mesa posta ao centro do palco.
- isso tudo é pra você. – falei entrelaçando minhas mãos em volta de sua cintura e depositando um beijo em sua bochecha.
Ela sorriu como sempre lindamente, e se virou pra mim, repousando suas mãos em meu peito e dizendo.
- eu te amo.
- eu também te amo princesa.
- amo quando me chama assim.
- eu amo quando você sorri. – eu falei e logo a selei, um demorado selinho.

Separei meus lábios dos delas e logo disse.
- Vamos nós sentar.
Ela assentiu, eu a conduzi ate a mesa a ajudando com a cadeira e logo me sentando de frente a ela.

Annalu On

Austin como sempre um cavalheiro, tinha escolhido o lugar perfeito, e tinha preparado tudo aquilo para mim, eu me sentia lisonjeada, sentia que ele realmente me amava.

O nosso jantar foi regado de piadas feitas por Austin e de varias risadas minhas, praticamente gargalhadas que Austin conseguia arrancar-me com suas brincadeiras.
Ele era perfeito, e eu estava perdidamente apaixonada por ele.

Depois do nosso almoço Austin e eu caminhamos pelo teatro, ate pararmos nos bastidores e sentarmos numa velha cama que servia como acessório de cena quando o Teatro ainda funcionava.
Eu e Austin estávamos deitados na mesma, eu tinha minha cabeça em seus peito, enquanto Austin acariciava meus cabelos.

- me diga algo que eu inda não sei sobre você Austin.
- eu tenho uma fascinação por meias, tenho meias de tudo que é jeito, de estampa, bolinhas, rosa, roxa, verde, tenho ate meias temáticas.
- isso é estranho. – disse rindo, senti o abdômen dele contrair e logo o som de sua risada invadiu o local, eu amava a sua risada.
- e vocês tem algo de anormal sobre você para me contar? – ele disse soltando risos nasalados.
- bom eu tenho medo do Zac Efron e do Taylor Lautner.
- Por que? – ele perguntou parando de afagar meus cabelos e levantando para fitar-me.
- acho que eles remetem perfeição, e perfeição me assusta, prefiro mesmo é um Austin. – eu sorri, ele sorriu e falou.
- ah você prefere um Austin?
- claro.
Quando terminei de falar isso, fui surpreendida por Austin, ele começou a fazer cósegas em mim, eu ria desesperadamente, às vezes soltava alguns “Pare Austin”, não atendidos por ele.

Ele já se encontrava em cima de mim e um instante parou de fazer-me cósegas e ficou a olhar-me, seus grandes olhos verdes me observavam atentamente me fazendo sentir vergonha, mas eu não conseguia desviar meu olhar do dele, parecia um imã que me puxava a olhar ele.
No momento seguindo senti os lábios de Austin sobre os meus, em um beijo calmo, mas que aos poucos foi ficando urgente e cheio de desejo.
Suas mãos percorriam a lateral de meu corpo parando logo que encontraram a barra de minha blusa, no segundo seguinte a erguendo, eu não o impedi eu queria que ele fizesse aquilo.

No instante seguinte eu já me encontrava sem minha blusa, Austin já não beijava meus lábios e sim meu pescoço, dando leves beijos e alguns chupões fazendo-me arfar.

Austin parou com os beijos em meu pescoço e tirou sua camiseta revelando seu físico, seu belo físico, Austin sorriu ao notar que eu o observava e eu sorri tímida.

Austin aproveitou a deixa e tirou sua calça e meu short, colocou-se em cima de mim novamente e beijou meus lábios e eu correspondi.

No momento seguindo já podia sentir sendo preenchida por Austin, eu soltei um grito de dor que logo fez Austin parar com o ato e me olhar preocupado e perguntar fitando-me.
- eu a machuquei.
- eu exatamente não sei, nunca fiz isso antes. – disse tentando não demonstrar meu medo.
- se quiser posso parar. – ele olhou-me no fundo dos olhos.
- não já que chegou ate aqui vá em frente, eu ficarei bem contanto que você esteja aqui.
Ele sorriu e mexeu um pouco seu quadril se impulsionando para dentro de mim, por um momento senti que fosse morrer de tanta dor, mas logo a dor passou e tudo foi tomado por uma alegria e um sentimento repentino e bom, o tal prazer.

Nos instantes seguintes nossos corpos se uniram, e nossas respirações ficaram descompassadas, mas tudo era perfeito, tudo era mágico, por que você fazia isso ser tornar especial, você me fazia sentir bem. E eu amava isso em você.

 Em seus movimentos gentis, mas ágeis Austin demonstrava o sentimento que trazia em seu peito, o quanto ele me amava, e eu demonstrava meu amor com os sons soltou de minha boca, gemidos, suspiros e algumas vezes seu nome eu pronunciava, tudo para tentar transmitir a ele o meu prazer, o meu êxtase.

- você é perfeita. – Austin soltou entre um suspiro e outro.
Eu mal podia o responder já estava cansada, mas me esforcei e disse.
- você é maravilhoso.

No ato seguinte você urou e eu senti meu corpo amolecer e apenas disse.
- Austin- seu nome foi pronunciando por mim em um quase grito, nós havíamos alcançados o nosso Maximo.
Austin largou seu corpo sobre o meu e pos sua face na dobra de meu pescoço, eu podia sentir sua respiração acelerada bater contra meu pescoço, eu não estava diferente minha respiração era desregular.

Austin deslizou seu corpo para o meu lado ficando assim de barriga para cima, de canto de olho podia ver sua barriga subir e descer em um ritmo acelerado, assim como a minha.
Ele fitava o teto, mas logo mudou virando sua face para mim, ele encontrou-me o fitando e sorriu, aproximou-se de mim e pos seu corpo colando com o meu, virei-me de lado para ficar com meu corpo encaixando ao dele, ele pos o lençol que ali estava sobre nos, e por fim repousou sua mão sobre minha cintura, meus olhos pesaram e nada mais vi, a última coisa que me lembro e de Austin sussurrar em meu ouvido.
- eu te amo.
Logo cai no inconsciente.

Continua>>

Oi lindas e ai oque acharam??
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